Brazil Division
| ICAO | Nome | Órgão ATC | SSR | Tipo de Operação |
|---|---|---|---|---|
| SBSP | Congonhas | TWR / GND / DEL | 0201-0210 | VFR / IFR |
Propósito
Este documento descreve os procedimentos a serem utilizados pelo Serviço de Tráfego Aéreo do Aeroporto de Congonhas (SBSP). Os procedimentos descritos aqui são suplementares aos procedimentos aplicados pelo DECEA.
Abrangência
Estes procedimentos devem ser observados e aplicados a todos os membros que estiverem operando em SBSP, especialmente ao ATC, mas não exclusivamente.
Desvios Procedimentais
Situações excepcionais, ou incomuns, podem necessitar de desvios procedimentais, ou procedimentos complementares aos relacionados a seguir. Para tais situações, é extremamente importante que se utilize o bom senso para que se encontre a solução mais adequada.
| Posição | Indicativo de Chamada | Frequência | ID |
| Torre | Torre São Paulo | 127.150 | SP1 |
| Controle Helicóptero | 118.350 | SP11 | |
| Solo | Solo São Paulo | 121.900 | SP2 |
| Tráfego | Tráfego São Paulo | 120.600 | SP3 |
| ATIS | ATIS | 127.650 | ATIS |
| Posição | Indicativo de Chamada | Frequência | ID |
| Controle | Controle São Paulo | 129.000 | XP1 |
| Controle VFR | 129.500 | XP2 |
| Posição | Callsign | Indicativo de Chamada | Frequência | ID |
| Centro | SBCW_ACC | Centro Curitiba | 124.4¹ / 128.400² | CW1 |
| SBBS_ACC | Centro Brasília | 126.750 | BS1 |
¹ - frequência primária
² - frequência secundária
| FIXO | SID |
| ASETA | UGTIX 2A |
| EGEVA | |
| GERTU | |
| MADNI | UTKOM 1A |
| NIBGA | |
| NIBRU | BAIAN 1A |
| SOVSI | UTKOM 1A |
| UBRIR | BAIAN 1A |
| UBSOD | UTKOM 1A |
| UREMI | BAIAN 1A |
| VUMEV | |
| VURDU | UGTIX 2A |
| FIXO | SID |
| ASETA | UGTIX 1B |
| EGEVA | |
| GERTU | |
| MADNI | SEDLO 1A |
| NIBGA | |
| NIBRU | BAIAN 1B |
| SOVSI | SEDLO 1A |
| UBRIR | BAIAN 1B |
| UBSOD | SEDLO 1A |
| UREMI | BAIAN 1B |
| VUMEV | |
| VURDU | UGTIX 1B |
| AEROVIA | SID | TRANSIÇÃO |
|---|---|---|
| UL301 | UGTIX 2A | ASETA |
| UL304 | GERTU | |
| UL310 | ASETA | |
| UM415 | ||
| UM417 | GERTU | |
| UM423 | ||
| UM775 | ||
| UZ14 | BAIAN 1A | VUMEV |
| UZ152 | UGTIX 2A | ASETA |
| UZ171 | BAIAN 1A | NIBRU |
| UZ21 | UGTIX 2A | GERTU |
| UZ22 | BAIAN 1A | UBRIR |
| UZ23 | ||
| UZ25 | UGTIX 2A | GERTU |
| UZ38 | UTKOM 1A | UBSOD |
| UZ42 | BAIAN 1A | UREMI |
| UZ45 | UTKOM 1A | UBSOD |
| UZ58 | UGTIX 2A | EGEVA |
| UZ85 | UTKOM 1A | SOVSI |
| UZ92 | MADNI | |
| Z11 | BAIAN 1A | NIBRU |
| Z41 | UGTIX 2A | GERTU |
| Z47 | BAIAN 1A | UBRIR |
| Z5 | UGTIX 2A | ASETA |
| Z59 | ||
| Z85 | EGEVA | |
| Z91 | UTKOM 1A | SOVSI |
| AEROVIA | SID | TRANSIÇÃO |
|---|---|---|
| UL301 | UGTIX 1B | ASETA |
| UL304 | GERTU | |
| UL310 | ASETA | |
| UM415 | ASETA | |
| UM417 | GERTU | |
| UM423 | ||
| UM775 | ||
| UZ14 | BAIAN 1B | VUMEV |
| UZ152 | UGTIX 1B | ASETA |
| UZ171 | BAIAN 1B | NIBRU |
| UZ21 | UGTIX 1B | GERTU |
| UZ22 | BAIAN 1B | UBRIR |
| UZ23 | ||
| UZ25 | UGTIX 1B | GERTU |
| UZ38 | SEDLO 1A | UBSOD |
| UZ42 | BAIAN 1B | UREMI |
| UZ45 | SEDLO 1A | UBSOD |
| UZ58 | UGTIX 1B | EGEVA |
| UZ85 | SEDLO 1A | SOVSI |
| UZ92 | MADNI | |
| Z11 | BAIAN 1B | NIBRU |
| Z41 | UGTIX 1B | GERTU |
| Z47 | BAIAN 1B | UBRIR |
| Z5 | UGTIX 1B | ASETA |
| Z59 | ||
| Z85 | EGEVA | |
| Z91 | SEDLO 1A | SOVSI |
SBSP possui apenas uma SID Convencional, a OMNI. Ela pode ser usada para todas as cabeceiras. Como a SID OMNI não possui restrições laterais, autorizar a proa direta em rota após passar a restrição de 3900ft (para quem decola da RWY17), ou 3600ft (para quem decola da RWY35), pode gerar muitos conflitos na TMA XP.
Caso o APP São Paulo (XP1) esteja online, deve-se coordenar com ele o que será feito após a SID OMNI, antes de emitir a autorização ATC para o piloto.
Caso o APP São Paulo esteja offline, deve-se utilizar as tabelas desta sessão, de acordo com a RWY em uso, levando em consideração a RADIAL ideal entre o VOR Congonhas (CGO 116.9) e o primeiro fixo da rota da aeronave. Para descobrir tal informação, você tem duas opções:
-
Questionar o piloto:
- [FIXO] "PTOMX, confirme a RADIAL ideal para LUVLA, a partir do VOR CGO";
- [DESTINO] "PRSMT, confirme a RADIAL ideal para Ribeirão Preto, a partir do VOR CGO". Ou
- Colher esta informação pelo Skyvector:
De posse da informação da RADIAL para o primeiro ponto da rota, a seguinte tabela deve ser observada para a instrução de SID:
| RADIAL | SUBIDA INICIAL | INSTRUÇÃO | QUANDO SUBIR? |
|---|---|---|---|
| 007 a 039 | 6000FT | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM, depois voar DCT SCP, quando a 10NM de SCP, voar 1º fixo da rota | Ao aproar o 1º fixo da rota |
| 040 a 094 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM, depois voar DCT SCP, e após SCP voar 1º fixo da rota | Após SCP | |
| 095 a 119 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM de CGO, então voar 1º fixo da rota | A 15NM de CGO | |
| 120 a 249 | Após 3600ft, voar 1º fixo da rota | ||
| 250 a 279 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 250 de CGO até 12NM e então voar 1º fixo da rota | A 20NM de CGO | |
| 280 a 006 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 250 de CGO até 12NM, após voar SCB, e após 1º fixo da rota |
NOTA: toda e qualquer intenção, em espaço aéreo controlado, inclusive alteração de nível de voo, deve ser previamente coordenada na frequência livre para evitar possíveis tráfegos conflitantes.
De posse da informação da RADIAL para o primeiro ponto da rota, a seguinte tabela deve ser observada para a instrução de SID:
| RADIAL | SUBIDA INICIAL | INSTRUÇÃO | QUANDO SUBIR? |
|---|---|---|---|
| 007 a 039 | 6000FT | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM, depois voar DCT SCP, quando a 10NM de SCP, voar 1º fixo da rota | Ao aproar o 1º fixo da rota |
| 040 a 094 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM, depois voar DCT SCP, e após SCP voar 1º fixo da rota | Após SCP | |
| 095 a 119 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM de CGO, então voar 1º fixo da rota | A 15NM de CGO | |
| 120 a 169 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 110 de CGO até 30NM de CGO, então voar 1º fixo da rota | ||
| 170 a 249 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 250 de CGO até 30NM de CGO, então voar 1º fixo da rota | A 20NM de CGO | |
| 250 a 279 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 250 de CGO até 12NM e então voar 1º fixo da rota | ||
| 280 a 006 | Após 3600ft, interceptar a RADIAL 250 de CGO até 12NM, após voar SCB, e após 1º fixo da rota |
NOTA: toda e qualquer intenção, em espaço aéreo controlado, inclusive alteração de nível de voo, deve ser previamente coordenada na frequência livre para evitar possíveis tráfegos conflitantes.
A frequência a ser chamada após a decolagem deverá obedecer a seguinte lista de prioridade, a depender de qual ATC estará online no momento:
| # | Posição | Frequência | ID |
|---|---|---|---|
| 1 | SBXP_APP | 129.000 | XP1 |
| 2 | SBCW_ACC | 124.400¹ / 128.400² | CW1 |
| 3 | FREQUÊNCIA LIVRE | 123.450 | - |
NOTA: Para padronizar o fluxo aéreo na TMA SP em caso de APP XP offline, em nenhum caso uma TWR da TMA XP irá transferir uma aeronave diretamente para o ACC Brasília (BS1) após a decolagem.
Segundo o DECEA, ROTA PREFERENCIAL é toda "Rota obrigatória, previamente estabelecida de forma colaborativa e publicada pelo CGNA, relacionada ao voo entre localidades de origem e destino ou apenas a um trecho de rota" (DECEA, ICA 100-22, 2018).
Desta forma, o ATC deve SEMPRE consultar as ROTAS PREFERENCIAIS em vigor antes de conectar na posição desejada. Para isso, entre no site do AISWEB para checar tais informações.
Independente de ter, ou não, APP XP ou ACC CW online, as SID a serem pagas na Autorização ATC devem seguir o quadro da aba SID desta categoria. Exceto se, após coordenação, uma SID diferente precise ser dada. Tal procedimento visa reduzir a coordenação entre as posições ATC e consequentemente a carga de trabalho.
Seguindo o que preconiza o AIP Brasil, é PROIBIDA a operação de voos VFR de ACFT de asas fixas com destino ou origem em SBSP, exceto
para AERONAVES MILITARES BRASILEIRAS. Para estes casos, deve-se observar o que está disposto a seguir.
Para as decolagens da RWY17, as aeronaves VFR devem, após a decolagem, voar na proa da posição INTERLIGAÇÃO para ingresso nos corredores visuais; já para as decolagens da RWY35, as aeronaves VFR devem, após a decolagem, voar na proa da posição RÉGIS para ingresso nos corredores visuais (conforme imagem ao lado).
A posição HELI CONTROL ("divisão" da Torre São Paulo responsável pelo controle dos helicópteros no setor norte da CTR SÃO PAULO) ainda não está implementada na POSCON Brazil. Assim sendo, cabe à TWR SP (SP1) o controle dessas aeronaves. Para padronizar o fluxo e o controle de tráfego aéreo, os padrões de saída abaixo devem ser observados e repassados às aeronaves que forem decolar de SBSP quando a TWR SP estiver offline. Caso a TWR SP esteja online, TODA partida de helicóptero de SBSP deverá ser previamente coordenada com a TWR.
| PISTA EM USO | CORREDOR INICIAL | INSTRUÇÃO APÓS A DECOLAGEM |
|---|---|---|
| RWY17 | TANCREDO | Curva a esquerda após a decolagem para a posição MARIA MALUF |
| CONGONHAS | Curva a esquerda após a decolagem para a posição CEBOLINHA | |
| ACLIMAÇÃO | Curva a esquerda após a decolagem para a posição ANA ROSA | |
| ESPRAIADA | Curva a direita após a decolagem para a posição WASHINGTON LUÍS | |
| ANCHIETA | Curva a direita após a decolagem para a posição MERCEDES | |
| FÁBRICA | Após a decolagem voar direto para a posição KENTINHA | |
| IMIGRANTES |
| PISTA EM USO | CORREDOR INICIAL | INSTRUÇÃO APÓS A DECOLAGEM |
|---|---|---|
| RWY35 | TANCREDO | Curva a direita após a decolagem para a posição CLUBE SÍRIO, e então voa para a posição MARIA MALUF |
| CONGONHAS | Curva a direita após a decolagem para a posição CLUBE SÍRIO | |
| ACLIMAÇÃO | Curva a direita após a decolagem para a posição CLUBE SÍRIO para ingresso na REH CONGONHAS, e após a posição CEBOLINHA voa para ANA ROSA. | |
| ESPRAIADA | Curva a esquerda após a decolagem para a posição PONTE ESTAIADA | |
| PINHEIROS | ||
| ANCHIETA | Curva a direita após a decolagem para a posição CLUBE SÍRIO, e então voa para a posição MERCEDES | |
| FÁBRICA | ||
| IMIGRANTES | Curva a direita após a decolagem para a posição CLUBE SÍRIO, então voa para a posição MERCEDES para ingresso na REH FÁBRICA. Após a posição KENTINHA ingressa na REH IMIGRANTES |

É PROIBIDO o treinamento IFR dentro da CTR Congonhas, CTR Guarulhos e TMA São Paulo. Em consequência dessa restrição, esse tipo de voo poderá ser efetuado:
- sob o espaço aéreo da TMA-SP 1, em condições visuais, em área que não interfira no TFC IFR e que não exija COM bilateral com o APP São Paulo; ou
- dentro das demais CTR contidas na TMA São Paulo, desde que haja prévia coordenação com o órgão ATS respectivo, de forma a determinar o horário para execução do FLT que menos interfira no TFC IFR.
Hangares
Observe o mapa ao lado para conhecer a localização dos hangares de SBSP. O nome deles pode ser usado durante as comunicações para facilitar a indicação de estacionamento de uma determinada aeronave.
Posições de Estacionamento
As posições do PÁTIO 3 de SBSP (gate 1 ao 16) serão destinados às aeronaves comerciais narrow-body (A320, B737, E190...). Assim como as posições de 17 a 29 do PÁTIO "A300".
Para as aeronaves comerciais que não utilizam gate (ATR, C208, E145, CRJ...), deve-se utilizar as posições de 13 a 29.
Para as aeronaves de aviação geral, que não possuem HANGAR de estacionamento, os pátios 1 e 2 devem ser utilizados. Como não há numeração das posições deste pátios, a expressão "posição a seu critério" deve ser utilizada, como no exemplo abaixo:
TWR -> PSEYA, no solo aos 03', livre a esquerda e prossiga o taxi via Q e S e chame o Solo São Paulo em 121.9.
Piloto -> Solo São Paulo, PSEYA, taxiando via Q e S para o pátio 1.
GND -> PSEYA, prossiga via Q e S, pátio 1, posição a critério.
TWR -> PSEYA, on the ground at 03', vacate the runway to the left and taxi via Q and S. Contact São Paulo Ground at 121.9.
Pilot -> São Paulo Ground, PSEYA, taxiing via Q and S to apron 1.
GND -> PSEYA, continue taxi via Q and S, apron 1, position at your discretion.
Pushback no PÁTIO 3
A taxiway M, no PÁTIO PRINCIPAL, deve servir de apoio às operações de pushback e taxi, para dar
agilidade ao fluxo aéreo.
Normalmente, as aeronaves estacionadas nas posições de 1 a 15 serão instruídas a efetuarem o pushback para a "faixa N", como no exemplo a seguir:
Piloto -> Solo São Paulo, GLO9923, posição 5, pronto para o pushback e acionamento.
GND -> GLO9923, livre pushback e acionamento na taxiway N, chame para o taxi.
Pilot -> GLO9923, stand 5, ready to pushback and start up.
GND -> GLO9923, pushback and startup approved on N taxiway, report to taxi.
O procedimento acima só poderá ser feito quando envolver duas aeronaves com envergadura igual ou inferior a 36 metros (A320, B737, E190, C25C, LJ45, PA34 ou menores).
Já o pátio "A300" conta com 3 faixas de rolagem (W, Y e X) que podem ser utilizadas para o pushback. Contudo, NORMALMENTE, as aeronaves estacionadas das posições 17 a 23 realizarão o pushback limitadas à taxiway W; e as aeronaves estacionadas das posições 24 a 29 realização limitadas à taxiway X.
Tal procedimento, no pátio "A300" também deve atender à exigência de envergadura menor do que 36 metros, assim como no pátio principal.
Estacionamento de helicópteros
A maior parte dos estacionamentos de helicópteros em SBSP ocorrem nos hangares particulares, contudo, a administração aeroportuária reserva alguns locais para o estacionamento deste tipo de aeronave. O primeiro, é o pátio "militar" (oficialmente
chamado de "pátio do pavilhão"), ao lado da posição 1, no pátio principal. Para lá que são destinados os helicópteros militares, e apenas eles. Os demais helicópteros, que não possuam hangar de estacionamento, devem ser destinados ao estacionamento de helicópteros, na parte leste do aeroporto, em frente a taxiway Q.
Decolagem e pouso de helicópteros
É PROIBIDA a operação de decolagem/pouso de helicóptero em local que não seja as pistas de pouso e decolagem.
Taxiway "S"
O ATC deve se atentar para as seguintes limitantes da taxiway "S" (lado leste do aeroporto):
- Máxima envergadura permitida 24 metros (MAX SPAM 24M); e
- Velocidade máxima de 15kt na taxiway.
Taxiway "O"
O ATC deve se atentar para a seguinte limitante da taxiway "O" (lado leste do aeroporto):
- Máxima envergadura permitida 24 metros (MAX SPAM 24M).
Instrução após o pouso
Quando a ACFT estiver na final, a TWR deve questionar qual será o local de estacionamento. A TWR deve então repassar tal informação para o GND SP.
A TWR SP irá transmitir as seguintes informações no momento do pouso de uma aeronave, nesta ordem:
- matrícula da aeronave;
- hora de pouso;
- taxiway a ser utilizada para livrar a pista;
- instrução de taxi após livrar, para evitar ocupação desnecessária em taxiway de saída da pista;
- frequência do solo para chamar após livrar.
TWR -> PROMX, solo aos 28', livre a pista pela esquerda, autorizado taxi via Q e S, ao livrar, chame o Solo São Paulo em 121.9.
TWR -> PROMX, on ground at 28', vacate to the left, cleared taxi via Q and S, after vacating, contact São Paulo Ground, frequency 121.9.
Quando a aeronave entrar em contato com o Solo São Paulo, as taxiway de taxi serão reforçadas pelo solo, e o hangar de destino (ou box de estacionamento) será informado.
GND -> PROMX, autorizado taxi via Q e S para o hangar VOAR 1.
GND -> PROMX, cleared taxi via Q and S to VOAR 1 hangar.
As taxiway informadas pela TWR na hora do pouso devem atender aos seguintes critérios:
| PISTA UTILIZADA | HANGAR DE DESTINO | INSTRUÇÃO DE TAXI APÓS LIVRAR |
|---|---|---|
| RWY 17L | LADO LESTE | TWY de livramento [a critério da TWR, em coordenação com o GND] + TWY S |
| LADO OESTE | TWY de livramento | |
| RWY 17R | LADO LESTE | TWY de livramento [a critério da TWR, em coordenação com o GND] + TWY M (se o tráfego livrar na H, ou F), ou TWY L (se livrar na I, J ou K) |
| LADO OESTE | TWY de livramento | |
| RWY 35R | LADO LESTE | TWY de livramento [a critério da TWR, em coordenação com o GND] + TWY S |
| LADO OESTE | TWY de livramento | |
| RWY 35L | LADO LESTE | TWY de livramento |
| LADO OESTE | TWY de livramento [a critério da TWR, em coordenação com o GND] + TWY M (se o tráfego livrar na H, ou F), ou TWY L (se livrar na I, J ou K) |
Exemplos:
-
Tráfego pousando na RWY35L, com destino ao HANGAR VOAR 3
- "PTOMX, solo aos 50', livre pela direita, autorizado taxi via B até o ponto de espera da RWY35R";
-
Tráfego pousando na RWY17R, com destino ao box 3
- "GLO1829, solo aos 51', livre pela direita, autorizado taxi via I e M, ao livrar, chame o Solo São Paulo em 121.9".
NOTA: devido ao tempo de taxi dos tráfegos que livrarem na taxiway Q (para o ESTACIONAMENTO DE HELICÓPTEROS), ou na taxiway S (para o PÁTIO 1, ou para o TAM EXECUTIVA 1), ou na taxiway E ou F (para o PÁTIO DO PAVILHÃO), a TWR irá instruir os tráfegos a MONITORAREM o GND SP em 121.9, conforme o exemplo a seguir:
TWR -> FAB2501, solo aos 28', livre a pista pela esquerda, autorizado taxi via F e M para a posição 2A (pátio do pavilhão), ao livrar, MONITORE o Solo São Paulo em 121.9.
TWR -> FAB2501, on ground at 28', vacate to the left, cleared taxi via F and M to box 2A, after vacating, monitor São Paulo Ground, frequency 121.9.
Partida de parte intermediária da RWY
Conforme instrução do DECEA, sempre que a sugestão/instrução de decolagem de parte intermediária da RWY partir do ATC, a quantidade remanescente de pista deve ser informada. Para isso, deve-se observar o gráfico abaixo:

Coordenação com o APP XP
Sempre que um tráfego estiver evoluindo no circuito de tráfego de SBSP, e o APP XP estiver online, as manobras de 360º na perna do vento, ou as de estender a perna do vento, devem ser IMEDIATAMENTE coordenadas com o APP.
Restrições no Circuito de Tráfego
Normalmente, as CHEGADAS para o Circuito de Tráfego obedecerão as entradas previstas na VAC, pelas posições:
- Washington Luís;
- Maria Maluf;
- Clube Sírio.
Já as SAÍDAS do Circuito de Tráfego irão obedecer ao que está previsto neste capítulo, em PARTIDAS VFR.
Os tráfegos IFR serão, normalmente, transferidos pelo APP São Paulo (XP1), ou pelo ACC Curitiba (CW1), caso o APP São Paulo esteja offline, quando na final do procedimento IFR.
Sem controle adjacente online
Caso não tenha APP São Paulo, ou ACC Curitiba, online, a TWR São Paulo deve começar a estabelecer contato, através da frequência GUARD (121.5), com o tráfego IFR chegando quando iniciando o procedimento IFR.
Com controle adjacente online
Durante a autorização de decolagem, a TWR SP irá instruir a aeronave a chamar o APP XP, ou o ACC CW (quando o APP XP estiver offline), conforme o exemplo a seguir:
PSJOV, pista 1-7 direita, autorizado alinhar e decolar, vento 1-7-0 graus, 8kt. Após a decolagem, Controle São Paulo em 129.0.
PSJOV, runway 1-7 right, cleared to lineup and takeoff, wind 1-7-0 degrees, 8kt. After airborne, contact São Paulo Control, frequency 129.0.
NOTA: a transferência pode ocorrer em outro ponto, desde que anteriormente coordenado entre APP (ou ACC, caso factível) e TWR.
Sem controle adjacente online
Caso não tenha APP XP, ou ACC CW, online, a TWR deve passar a instrução de troca de frequência também durante a autorização de decolagem, como no exemplo a seguir:
PRMOM, pista 1-7 direita, autorizado alinhar e decolar, vento 2-0-0 graus, 2kt. O próximo controlador está offline. Após a decolagem, autorizado troca de frequência.
PRMOM, runway 1-7 right, cleared to lineup and takeoff, wind 2-0-0 degrees, 2kt. The next controller is offline. After airborne, frequency change approved.
Com controle adjacente online
Os tráfegos VFR serão, normalmente, transferidos para a TWR SP quando a 1 minuto para ingresso na CTR SÃO PAULO.
NOTA: a transferência pode ocorrer em outro ponto, desde que anteriormente coordenado entre APP (ou ACC, caso factível) e TWR.
Sem controle adjacente online
Caso não tenha APP XP, ou ACC CW, online, a TWR deve começar a estabelecer contato, através da frequência GUARD (121.5), com o tráfego VFR chegando quando a 2 minutos para ingresso na CTR SÃO PAULO.
Com controle adjacente online
As aeronaves VFR partindo, serão instruídas a chamar o APP SP, ou o ACC CW, quando o APP estiver offline, quando estiverem livrando a CTR SAO PAULO.
NOTA: a transferência pode ocorrer em outro ponto, desde que anteriormente coordenado entre APP (ou ACC, caso factível) e TWR.
Sem controle adjacente online
Caso não tenha APP SP, ou ACC CW, online, a TWR deve autorizar a troca de frequência, após a aeronave livrar a CTR SAO PAULO, utilizando a seguinte fraseologia:
Piloto -> Torre São Paulo, PTOZZ, passando a posição AVENIDA MORUMBI.
Torre -> PTOZZ, o próximo controlador está offline, autorizado livrar a frequência.
Pilot -> Sao Paulo Tower, PTOZZ, passing AVENIDA MORUMBI position.
Tower -> PTOZZ, the next controller is offline, frequency change approved.
A Área de Controle Helicóptero está localizada dentro da CTR SAO PAULO (Classe D, do GND até 3600FT; e controlad
a pela TWR SP). Na vida real, tal porção do espaço aéreo é controlada pelo "HELI CONTROL" (subdivisão da TWR SP), na frequência 118.35. Contudo, devido as características dos tráfegos atuais da POSCON, o HELI CONTROL estará desativado e agrupado à TWR SP (o que não proíbe ativações futuras e/ou temporárias).
A área de Controle Helicóptero é um retângulo que se estende do eixo da final da RWY17, com 2,5NM para cada lado do eixo, e 6NM para a final (como na imagem ao lado. Clique nela para ampliar).
Nesta região, a TWR SP deverá emitir autorizações e restrições para que os helicópteros não conflitem com os tráfegos pousando na RWY17, ou decolando da RWY35.
Separação composta poderá ser aplicada na aproximação final da RWY 17 e/ou rampa de decolagem da RWY 35 de SBSP, entre ACFT IFR e HEL VFR em voo na Área de Controle de Helicópteros. Separação composta mínima a ser empregada: 2,5 NM X 500 FT.
Muitos helipontos estão situados na área de controle helicóptero. Para facilitar a consciência situacional, foram criados setores numerados de A1 a A6 (lado esquerdo), e B1 a B6 (lado direito). Portanto, tais quadrantes podem ser utilizados na fonia para ajudar os envolvidos a se localizarem. Como no exemplo a seguir:
TWR SP -> PTOMS, confirme o quadrante de destino.
Piloto -> O destino é o Edifício Birmann 21, no quadrante A4, próximo à marginal Pinheiros.
TWR SP -> PTOMS, confirm your destination quadrant.
Pilot -> It's on Birmann 21 building, on the A4 quadrant. Near the Pinheiro marginal.
Outro exemplo em que podemos utilizar os quadrantes é para a informação de tráfego:
TWR SP -> PPMMZ, mantenha espera no quadrante A3, informo um AS50 do quadrante A2 para o B2.
TWR SP -> PPMMZ, maintain position on A3 quadrant. I inform an AS50, on the A2 quadrant to B2 inbound.
Para fins de informação, cada quadrante da Área de Controle Helicóptero tem 1NM de altura, e 2,5NM de comprimento.
TODO HELICÓPTERO QUE FOR EVOLUIR NA ÁREA DE CONTROLE HELICÓPTERO deve entrar em contato com a TWR SP. Casos excepcionais podem ocorrer após PRÉVIA COORDENAÇÃO entre os envolvidos.
Utilize sempre o AISWEB para consular os NOTAM vigentes.
NOTA: O que deve prevalecer sempre é o bom senso. Caso o piloto solicite a não simulação de um NOTAM, e isso não atrapalhe a simulação dos demais, tal solicitação DEVE ser atendida. Problemas pontuais devem ser reportados ao nosso time de staff.
Sempre que a intensidade do vento em SBSP estiver MENOR OU IGUAL a 5kt, a RWY17 deverá ser utilizada como PISTA PREFERENCIAL. Exceto nos casos em que possa ocorrer ganho operacional, e seja previamente acordado com o APP XP, a RWY35 poderá ser utilizada no referido caso.
Os seguintes pontos devem ser observados quando do início do procedimento de Aproximação Perdida de uma aeronave IFR pousando:
- coordenar IMEDIATAMENTE com o APP XP, ou ACC CW (caso o APP esteja offline), quando a TWR SP perceber que a aeronave está iniciando aproximação perdida;
- não modificar, EM HIPÓTESE ALGUMA, o procedimento de aproximação perdida da aeronave;
- transferir o tráfego para o APP XP, ou para o ACC CW (caso o APP esteja offline); ou autorizar troca de frequência, caso não tenha próximo controlador online, o MAIS RÁPIDO POSSÍVEL;
- entender que a carga de trabalho da tripulação durante o procedimento de aproximação perdida pode estar elevado; causando respostas mais lentas às solicitações e instruções ATC.
A Torre SP só poderá receber plano de voo via fonia para aeronaves em operação SAR, e outras previstas em regulamento oficial do DECEA.
NOTA: equipara-se à operação SAR, as aeronaves em missão de radio patrulhamento.
Por limitação da POSCON, SBSP não conta com ATIS; assim sendo, a TWR deve prestar a informação meteorológica para todas as aeronaves que partem, contendo as seguintes informações, e na ordem:
- pista em uso;
- direção e velocidade do vento, incluindo suas variações significativas;
- ajuste de altímetro
- temperatura
- visibilidade existente no setor de decolagem, ou valor do RVR correspondente à pista em uso; e
- hora certa
Fraseologia:
GLO1817, pista em uso 1-7 direita, vento 1-4-0º, 8KT, ajuste de altímetro 1-0-1-2, temperatura 2-8º, visibilidade 8km, hora certa 5-6'.
GLO1817, runway in use 1-7 right, wind 1-4-0º, 8KT, altimeter setting 1-0-1-2, temperature 2-8º, visibility 8km, time check 5-6'.
| # | Data | Descrição | Autor |
|---|---|---|---|
| - | 20MAR22 | Criação do documento | Juvenal Gomes (1025243) |

